terça-feira, 4 de março de 2008

Resumo e análise de Memorial do Convento




3 comentários:

Clara disse...

Enquanto procurava material de estudo sobre "Felizmente há Luar", e "Memorial do Convento", deparei-me com este blogue (que me ajudou imenso - sinto-me obrigada a dizer), e vi esta frase: «À espera de uma palavra que não chega para dizer "Chega".».

Pensei muito sobre o que quer dizer, pois pode ter mais do que um significado, até me aperceber de que essa subjectividade poderá também ser um dos objectivos... Terá interpretação distintas para cada um, julgo.

Não sei porquê, senti que há algo a dizer. Talvez até esperar resposta.

A essência que meditar nos devolve, por se tornar infinitamente invalorizável, permite-nos vaguear naquele recanto oculto - que pede o bilhete sem preço - do Ser que gritamos inutilmente nosso. Acompanha-nos suavemente, docemente, murmurando-nos o eco duma esperança longínqua, mas, aparentemente, não consumida.

Eu penso que… a palavra nunca virá. Perdeu-se algures nas fronteiras do considerado relevante. Nada será suficiente. Jamais se poderá reconceber algo que tenha um significado remotamente comparável àquilo que queremos fazer sentir. Dizer. Atirar. Expulsar até, de tão cansados de tentar. Nem com todos os esforços humana e desumanamente inimagináveis nos será possível fazer alguém entender. Chega.

catia disse...

E a umas horas do exame nacional encontro este blog que mais completo não poderia estar e que certamente deixa em mim arrepndimento por não o ter descoberto mais cedo. Concerteza que teria guiado o meu estudo por tais matérias.

Continuação.

Anónimo disse...

espero que amanha saia memorial! se sai ortonimo morro porque nao estudei
no entanto o fernando e um escritor facil de compreender

Mensagem

http://www.paulacruz.com/bin/documentos/A___mensagem.doc
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Obras de leitura integral - 12º ano

  • Felizmente há luar! Luís de Sttau Monteiro
  • O Memorial do Convento, de José Saramago

Só há ventos favoráveis para quem sabe para onde vai